- Materiais impressosR$ 26 mil50,4%
- PessoalR$ 12 mil23,1%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil11,0%
- Publicidade por carros de somR$ 3 mil5,8%
- Outras 3 categoriasR$ 5 mil9,8%

Giselle Guerreiro (Giselle Silva Araújo) disputou 2 eleições entre 2016 e 2024, para vice-prefeita e prefeita, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeita em Bacabal/MA, declarou R$ 52 mil em receitas, de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil), pessoal (R$ 12 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 6 mil).
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Giselle Guerreiro declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Bacabal (MA) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 52 mil em receitas, de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil) e pessoal (R$ 12 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.