Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr Silvino (Silvino de Andrade Duarte) disputou 5 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Garanhuns em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PE: 23.489 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Garanhuns/PE, declarou R$ 258 mil em receitas: R$ 109 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 117 mil do Fundo Partidário, R$ 24 mil de doações privadas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 258 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 66 mil), militância e mobilização de rua (R$ 52 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 145 mil em 2012 (53% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 132 mil em 2006.
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Evolução da votação nas eleições
20.344 votos em 2020 · 5 eleições
A votação de Silvino de Andrade Duarte em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 258 mil em receitas · R$ 258 mil em gastos
Dr Silvino declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Pernambuco em 2006, e prefeito em Garanhuns (PE) em 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 258 mil em receitas: R$ 109 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 117 mil do Fundo Partidário, R$ 24 mil de doações privadas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 258 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 66 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 52 mil). Em 2012, 53% dos R$ 145 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes; em 2006, R$ 132 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 258 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 258 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 145 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 78% · pessoas 10% · empresas 11%
Gasto contratado
R$ 132 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 41 mil31,0%
PessoalR$ 22 mil16,7%
Locação de imóveisR$ 12 mil9,1%
Transporte ou deslocamentoR$ 12 mil9,1%
Outras 14 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 45 mil34,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2012VOTOS ANULADOSRENÚNCIA391LGaranhuns, Pernambuco · 63 anos · Superior completo · Médico · PSDB · nº 45 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Prefeito · 1996ELEITO16.075LGaranhuns, Pernambuco · 47 anos · Superior completo · Medico · PSB · nº 40 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.