Marcelo Serafim (Marcelo Augusto da Eira Corrêa) disputou 11 eleições entre 2000 e 2024, para vereador, deputado federal, governador e senador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Manaus em 2024, 2020, 2016 e 2012; deputado federal em 2006. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por AM: 92.241 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Manaus/AM, declarou R$ 299 mil em receitas: R$ 44 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 245 mil de doações privadas (24 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 165 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 121 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 21 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 16 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 139 mil em 2022 (62% com publicidade por materiais impressos) e R$ 57 mil em 2020.
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Evolução da votação nas eleições
6.646 votos em 2024 (eleito) · 11 eleições
A votação de Marcelo Augusto da Eira Correa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 299 mil em receitas · R$ 165 mil em gastos
Marcelo Serafim declarou receitas e gastos ao TSE em 9 campanhas: deputado federal por Amazonas em 2006, 2010, 2018 e 2022, vereador em Manaus (AM) em 2012, 2016, 2020 e 2024, e senador por Amazonas em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 299 mil em receitas: R$ 44 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 245 mil de doações privadas (24 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 165 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 121 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 21 mil). Em 2022, 62% dos R$ 139 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, 73% dos R$ 57 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua.
Receitas em 2024R$ 299 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 165 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2022R$ 139 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 64% · pessoas 1% · empresas 35%
Gasto contratado
R$ 539 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 99 mil18,4%
Locação/cessão de bens móveisR$ 31 mil5,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 22 mil4,1%
Transporte ou deslocamentoR$ 22 mil4,1%
Outras 6 categoriasR$ 364 mil67,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE1.674LManaus, Amazonas · 23 anos · Superior completo · Estudante, Bolsista, Estagiário e Assemelhados · PSB · nº 40640 · ver resultado completo
Coligação: PSB / PT / PDT
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.