Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Lazzeri (Valdeci Lazzeri da Silva) disputou 2 eleições entre 2006 e 2008, para vice-prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2006 para deputado estadual por AM, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 250), transporte ou deslocamento (R$ 158) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 15).
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Evolução da votação nas eleições
939 votos em 2006 · 2 eleições
A votação de Valdeci Lazzeri da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2006: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados
Lazzeri declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Amazonas em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 250) e transporte ou deslocamento (R$ 158).
partido e outras campanhas 38% · pessoas 51% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por carros de somR$ 2504,8%
Transporte ou deslocamentoR$ 1583,0%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 150,3%
Impostos, contribuições e taxasR$ 4menos de 0,1%
Outras 3 categoriasinclui R$ 720 lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil91,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.