Leandro Grass

Foto de Leandro Antônio Grass Peixoto
Leandro Grass
Leandro Antônio Grass Peixoto (nome civil)
3 eleições entre 2018 e 2026 · último partido PT
41 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior
Candidato a Governador · Distrito Federal · Eleições 2026 · PT · nº 13
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, Leandro Grass (PT) foi ao 2º turno da eleição para governador do Distrito Federal em 2026, com 569.930 votos no 1º turno, pelo resultado oficial do TSE. O 2º turno é em 25 de outubro de 2026. Leandro Grass (Leandro Antônio Grass Peixoto) disputou 3 eleições entre 2018 e 2026, para governador e deputado distrital. Ele foi eleito 1 vez: deputado distrital em 2018. A maior votação foi em 2026, para governador por DF: 569.930 votos. Na campanha de 2026 para governador por DF, declarou R$ 2,9 milhões em receitas: R$ 2,6 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 113 mil do Fundo Partidário, R$ 168 mil de doações privadas (20 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 343 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 314 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 199 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 2,5 milhões em 2022 (49% com serviços de terceiros) e R$ 31 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

569.930 votos em 2026 · 3 eleições

A votação de Leandro Antônio Grass Peixoto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. DistritalGovernador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 2,9 milhões em receitas · R$ 1,5 milhão em gastos contratados

Leandro Grass declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2018, e governador por Distrito Federal em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,9 milhões em receitas: R$ 2,6 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 113 mil do Fundo Partidário, R$ 168 mil de doações privadas (20 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 343 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 314 mil); R$ 104 mil já foram pagos. Em 2022, 49% dos R$ 2,5 milhões em gastos foram com serviços de terceiros; em 2018, 44% dos R$ 31 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.

Receitas em 2026R$ 2,9 milhõesparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 1,5 milhãocontratados, parcial; R$ 104 mil pagos
Gastos em 2022R$ 2,5 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32018, 2022 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialGovernador, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,9 milhões
20 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 90% · Fundo Partidário 4% · pessoas 6% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
pago até agora: R$ 104 mil (7%)
  • Serviços de terceirosR$ 343 mil22,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 314 mil20,6%
  • Materiais impressosR$ 199 mil13,0%
  • PessoalR$ 154 mil10,1%
  • Outras 14 categoriasR$ 516 mil33,8%
2022Governador, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,5 milhões
14 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 94% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 4% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2,5 milhões
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 1,2 milhão48,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 292 mil11,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 170 mil6,8%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 135 mil5,4%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 188 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 677 mil27,2%
2018Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 37 mil
9 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
partido e outras campanhas 22% · pessoas 61% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 31 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 13 mil43,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 8 mil26,2%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil14,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil4,9%
  • Outras 4 categoriasR$ 3 mil10,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892