Marcilio Albuquerque

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Marcilio Albuquerque
3 eleições entre 2006 e 2026 · último partido DC
56 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Dr Cannabis (Marcilio Albuquerque) disputou 2 eleições entre 2006 e 2008, para vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por SP: 860 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por SP pela DC. Na campanha de 2008 para vereador em Assis/SP, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 395 de outras campanhas, R$ 310 de doações privadas (4 doadores) e R$ 476 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 855), combustíveis e lubrificantes (R$ 250) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 76). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 45% com baixa recursos estimáveis - recursos de outros candidatos/comitês.

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Evolução da votação nas eleições

139 votos em 2008 · 3 eleições · 2026 em disputa

A votação de Marcilio Albuquerque em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados

Dr Cannabis declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, e vereador em Assis (SP) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 395 de outras campanhas, R$ 310 de doações privadas (4 doadores) e R$ 476 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 855) e combustíveis e lubrificantes (R$ 250). Em 2006, 45% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com baixa recursos estimáveis - recursos de outros candidatos/comitês.

Gastos em 2008R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2008Vereador, Assis (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 33% · pessoas 26% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil100,0%
2006Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 45% · pessoas 18% · empresas 37%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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