Nina Camargo

Foto de Marina Borba de Camargo
Nina Camargo
Marina Borba de Camargo (nome civil)
2 eleições entre 2022 e 2024 · último partido PC do B
28 anos em 2024 · Feminino · Superior completo
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Nina Camargo (Marina Borba de Camargo) disputou 2 eleições entre 2022 e 2024, para vereadora e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por SC: 595 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2024 para vereadora em Garopaba/SC, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 700 de outras campanhas e R$ 412 de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 2 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil).

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Evolução da votação nas eleições

85 votos em 2024 · 2 eleições

A votação de Marina Borba de Camargo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos

Nina Camargo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Santa Catarina em 2022, e vereadora em Garopaba (SC) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 700 de outras campanhas e R$ 412 de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 2 mil).

Receitas em 2024R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22022 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2024Vereadora, Garopaba (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 82% · partido e outras campanhas 11% · pessoas 7%
Gasto contratado
R$ 6 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil32,7%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil32,6%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil29,5%
  • Locação de imóveisR$ 3004,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 160,3%
2022Deputada estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892