- Materiais impressosR$ 54444,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 38031,2%
- Serviços de terceirosR$ 15012,3%
- Publicidade por adesivosR$ 14511,9%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Glorinha (Maria da Glória Pessanha da Silva de Abreu) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereadora em Quissamã/RJ, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 839 de outras campanhas e R$ 380 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 544), militância e mobilização de rua (R$ 380) e serviços de terceiros (R$ 150). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 862, 62% com publicidade por placas, estandartes e faixas.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Glorinha declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Quissamã (RJ) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 839 de outras campanhas e R$ 380 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 544) e militância e mobilização de rua (R$ 380). Em 2012, 62% dos R$ 862 em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.