Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Celia Maria (Celia Maria dos Santos) disputou 3 eleições entre 2008 e 2012, para vereadora e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por SP: 319 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2012 para vereadora em Bauru/SP, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 270 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 952), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 200) e combustíveis e lubrificantes (R$ 120). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2010 (52% com publicidade por materiais impressos) e R$ 960 em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
105 votos em 2012 · 3 eleições
A votação de Celia Maria dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 3 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados
Celia Maria declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Bauru (SP) em 2008 e 2012, e deputada estadual por São Paulo em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 270 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 952) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 200). Em 2010, 52% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 92% dos R$ 960 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2012R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 1 milcontratados
Gastos em 2010R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2010VOTOS ANULADOSINDEFERIDO319GSP · 58 anos · Ensino médio completo · Comerciante · PTN · nº 19791 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2008129não eleitoLBauru, São Paulo · 56 anos · Ensino médio completo · Professor de Ensino Fundamental · PHS · nº 31111 · ver resultado completoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.