Darlan Canarinho

Foto de Darlan Ferreira Paulino
Darlan Canarinho
Darlan Ferreira Paulino (nome civil)
2 eleições entre 2018 e 2020 · último partido PRTB
38 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Publicitário
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Darlan Canarinho (Darlan Ferreira Paulino) disputou 2 eleições entre 2018 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por GO: 3.597 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Goiânia/GO, declarou R$ 890 em receitas: R$ 600 de doações privadas e R$ 290 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 290, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 290). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 41 mil, 65% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

789 votos em 2020 (anulados) · 2 eleições

A votação de Darlan Ferreira Paulino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 890 em receitas · R$ 290 em gastos

Darlan Canarinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Goiás em 2018, e vereador em Goiânia (GO) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 890 em receitas: R$ 600 de doações privadas e R$ 290 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 290, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 290). Em 2018, 65% dos R$ 41 mil em gastos foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 890campanha encerrada
Gastos em 2020R$ 290campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 41 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Goiânia (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 890
doações de pessoas
pessoas 67% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 290
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 290100,0%
2018Deputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 51 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 43% · pessoas 15% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 41 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 27 mil65,2%
  • PessoalR$ 6 mil15,6%
  • Materiais impressosR$ 6 mil15,5%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil3,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 5menos de 0,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892