- Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil46,6%
- Locação/cessão de bens móveisR$ 4 mil28,9%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil23,5%
- Serviços de terceirosR$ 1251,0%

Ruy Lavor (Ruy Beydson Cifoni Lavor) disputou 2 eleições entre 2008 e 2012, para prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2012 para prefeito em São Luís do Curu/CE, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 17 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 41 mil de empresas e R$ 420 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 6 mil), locação/cessão de bens móveis (R$ 4 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 3 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 52% com publicidade por placas, estandartes e faixas.
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Ruy Lavor declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São Luís do Curu (CE) em 2008, e prefeito em São Luís do Curu (CE) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 17 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 41 mil de empresas e R$ 420 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 6 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 4 mil). Em 2008, 52% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.