- Impulsionamento de conteúdosR$ 494 mil37,3%
- PessoalR$ 303 mil22,9%
- Materiais impressosR$ 207 mil15,6%
- Serviços de terceirosR$ 100 mil7,5%
- Locação de imóveisR$ 50 mil3,8%
- Outras 8 categoriasR$ 172 mil12,9%
Cassio Navarro (Cássio de Castro Navarro) disputou 7 eleições entre 2000 e 2022, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2014; vereador de Praia Grande em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por SP: 57.309 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por SP pelo PSD. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 480 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 625 mil do Fundo Partidário, R$ 275 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 22 mil de doações privadas (12 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 494 mil), pessoal (R$ 303 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 207 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 899 mil em 2022 e R$ 663 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Cássio de Castro Navarro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cassio Navarro declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022, e deputado federal por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 480 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 625 mil do Fundo Partidário, R$ 275 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 22 mil de doações privadas (12 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 494 mil) e pessoal (R$ 303 mil); R$ 946 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 899 mil em gastos; em 2018, 41% dos R$ 663 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.