- Militância e mobilização de ruaR$ 31 mil74,1%
- Serviços de terceirosR$ 8 mil18,8%
- Materiais impressosR$ 3 mil6,5%
- Outras 3 categoriasR$ 2100,5%
Charles Gama (Charles dos Santos Gama) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Campos/RJ, com 219 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Em 2026, concorre a deputado federal por MS pelo NOVO. Na campanha de 2026 para deputado federal por MS, declarou R$ 81 mil em receitas: R$ 64 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário e R$ 850 de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 31 mil), serviços de terceiros (R$ 8 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 45% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Charles dos Santos Gama em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Charles Gama declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Campos (RJ) em 2016, e deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 81 mil em receitas: R$ 64 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário e R$ 850 de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 31 mil) e serviços de terceiros (R$ 8 mil); R$ 26 mil já foram pagos. Em 2016, 45% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.