- Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil73,8%
- Materiais impressosR$ 80013,4%
- Serviços de terceirosR$ 60010,1%
- Publicidade por adesivosR$ 1121,9%
- Outras 1 categoriainclui R$ 51 doados a outros candidatos e partidosR$ 510,9%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Isa Nascimento (Isameyre da Cunha Nascimento) disputou 1 eleição, em 2018, para deputada estadual por AP, com 117 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputada estadual por AP, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 800) e serviços de terceiros (R$ 600).
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Isa Nascimento declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Amapá em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 800).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.