- Militância e mobilização de ruaR$ 12 mil81,3%
- Outras 2 categoriasR$ 3 mil18,7%
Evaldo do Espetinho (Evaldo Batista Carneiro) disputou 2 eleições entre 2012 e 2018, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RR, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 17 mil de outras campanhas e R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 12 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 4). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 148, 100% com baixa de estimáveis - combustíveis e lubrificantes.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Evaldo do Espetinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Boa Vista (RR) em 2012, e deputado estadual por Roraima em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 17 mil de outras campanhas e R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 12 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Em 2012, 100% dos R$ 148 em gastos contratados foram com baixa de estimáveis - combustíveis e lubrificantes.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.