Dr. Luizinho

Foto de Luiz Amador Alves de Mendonça
Dr. Luizinho
Luiz Amador Alves de Mendonça (nome civil)
4 eleições entre 1996 e 2012 · último partido PSB
57 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Médico
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Luizinho (Luiz Amador Alves de Mendonça) disputou 4 eleições entre 1996 e 2012, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Paineiras em 2000 e 1996. A maior votação foi em 1996, para prefeito em Paineiras/MG: 2.219 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Paineiras/MG, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 142 de outras campanhas, R$ 500 de doações privadas e R$ 22 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 19 mil, 55% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

1.557 votos em 2012 (anulados) · 4 eleições

A votação de Luiz Amador Alves de Mendonça em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 23 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos contratados

Dr. Luizinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Paineiras (MG) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 142 de outras campanhas, R$ 500 de doações privadas e R$ 22 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil). Em 2008, 55% dos R$ 19 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2012R$ 23 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 10 milcontratados
Gastos em 2008R$ 19 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Prefeito, Paineiras (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 2% · próprios 97%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil87,2%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil12,8%
2008Prefeito, Paineiras (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
doações de pessoas
partido 53% · pessoas 21% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 11 mil55,3%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil25,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil13,2%
  • Locação de imóveisR$ 6003,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 5092,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892