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Celio Diniz

Foto de Celio Francisco Diniz
Celio Diniz
Celio Francisco Diniz (nome civil)
7 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PTB
47 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado

Celio Diniz (Célio Francisco Diniz) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para vereador, vice-prefeito e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Assis em 2016, 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por SP: 16.716 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Assis/SP, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 85 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 200 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 1 mil), publicidade por adesivos (R$ 447) e publicidade por materiais impressos (R$ 380). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 10 mil em 2016 e R$ 54 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

390 votos em 2020 (anulados) · 7 eleições

A votação de Celio Francisco Diniz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 4 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Celio Diniz declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Assis (SP) em 2008, 2016 e 2020, e deputado federal por São Paulo em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 85 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 200 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 1 mil) e publicidade por adesivos (R$ 447). Em 2016, R$ 10 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 54 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2010, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Assis (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
FEFC 2% · partido e outras campanhas 5% · pessoas 30% · próprios 62%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil57,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 44719,6%
  • Materiais impressosR$ 38016,7%
  • Serviços contábeisR$ 1506,6%
2016Vereador, Assis (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
7 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 2% · partido e outras campanhas 4% · pessoas 61% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil30,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil14,5%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil12,1%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 1 mil11,1%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil31,5%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 54 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 77% · pessoas 20% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 54 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 13 mil24,3%
  • Materiais impressosR$ 9 mil15,7%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil9,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil6,1%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 24 mil44,6%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Assis (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 82% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil24,8%
  • Materiais impressosR$ 6075,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3103,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1661,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 7 mil64,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.