Nina da Barra

Foto de Rejane Lourenço de Oliveira
Nina da Barra
Rejane Lourenço de Oliveira (nome civil)
2 eleições entre 2020 e 2024 · último partido PSB
46 anos em 2024 · Feminino · Superior incompleto
Empresário
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Nina da Barra (Rejane Lourenço de Oliveira) disputou 2 eleições entre 2020 e 2024, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2024, para vereadora em Rio Tinto/PB: 513 votos. Na campanha de 2024 para vereadora em Rio Tinto/PB, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 930), publicidade por materiais impressos (R$ 420) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 26). Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 2 mil, 100% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

513 votos em 2024 · 2 eleições

A votação de Rejane Lourenço de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 2 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos

Nina da Barra declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Rio Tinto (PB) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 930) e publicidade por materiais impressos (R$ 420). Em 2020, 100% dos R$ 2 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2024R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22020 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereadora, Rio Tinto (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 48% · próprios 52%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 93067,6%
  • Materiais impressosR$ 42030,5%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 261,9%
2020Vereadora, Rio Tinto (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 57% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892