Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Mauro Bil (Mauro Bianchin) disputou 7 eleições entre 2000 e 2012, para vereador, deputado estadual, prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Vilhena em 2004. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RO: 2.314 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Vilhena/RO, declarou R$ 36 mil em receitas, de doações privadas (9 doadores). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 36 mil em 2010 e R$ 57 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
359 votos em 2012 · 7 eleições
A votação de Mauro Bianchin em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 36 mil em receitas
Mauro Bil declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rondônia em 2006 e 2010, prefeito em Vilhena (RO) em 2008, e vereador em Vilhena (RO) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 36 mil em receitas, de doações privadas (9 doadores). Em 2010, R$ 36 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 57 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 36 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 36 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 2% · pessoas 52% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 55 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Locação/cessão de bens móveisR$ 5 mil9,4%
Materiais impressosR$ 4 mil6,9%
Publicidade por carros de somR$ 3 mil5,1%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil3,3%
Outras 7 categoriasR$ 41 mil75,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2002SUPLENTE2.230GRO · 46 anos · Superior incompleto · Contador · PT · nº 1321 · ver resultado completo
Coligação: PT / PMN / PC do B
Vereador · 2000SUPLENTE185LVilhena, Rondônia · 44 anos · Superior incompleto · Técnico de Contabilidade e de Estatística · PT · nº 13123 · ver resultado completo
Coligação: PT / PV
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.