- Combustíveis e lubrificantesR$ 92248,8%
- Serviços de terceirosR$ 70037,0%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 20010,6%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 442,3%
- Outras 1 categoriaR$ 241,3%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dina Barcelos (Divina Barcelos de Urzedo) disputou 2 eleições entre 2004 e 2016, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereadora em Cachoeira Alta/GO, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 700 de outras campanhas, R$ 200 de doações privadas e R$ 990 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 922), serviços de terceiros (R$ 700) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 200).
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Dina Barcelos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Cachoeira Alta (GO) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 700 de outras campanhas, R$ 200 de doações privadas e R$ 990 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 922) e serviços de terceiros (R$ 700).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.