- Locação de imóveisR$ 8 mil36,4%
- Serviços advocatíciosR$ 5 mil22,7%
- Serviços contábeisR$ 5 mil22,7%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil15,8%
- Outras 2 categoriasR$ 5312,4%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcelino (Jose Marcelino de Jesus Filho) disputou 4 eleições entre 2008 e 2020, para vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Camaçari em 2016, 2012 e 2008. A maior votação foi em 2008, para vereador em Camaçari/BA: 2.906 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Camaçari/BA, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 120 de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 8 mil), serviços advocatícios (R$ 5 mil) e serviços contábeis (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 118 mil em 2016 e R$ 84 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jose Marcelino de Jesus Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcelino declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Camaçari (BA) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 120 de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com locação de imóveis (R$ 8 mil) e serviços advocatícios (R$ 5 mil). Em 2016, R$ 118 mil em gastos contratados; em 2012, 43% dos R$ 84 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.