Carlos Antonio de Magalhães

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Carlos Antonio de Magalhães
7 eleições entre 1998 e 2026 · último partido PSOL
73 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
redes informadas ao TSE
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Magal da Pastoral (Carlos Antônio de Magalhães) disputou 6 eleições entre 1998 e 2020, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Aracaju em 2000. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por SE: 3.409 votos. Em 2026, concorre a 1º suplente por SE pelo PSOL. Na campanha de 2020 para vereador em Aracaju/SE, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 9 mil em 2012 e R$ 29 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

447 votos em 2020 · 7 eleições · 2026 em disputa

A votação de Carlos Antonio de Magalhães em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 12 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos

Magal da Pastoral declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Aracaju (SE) em 2008, 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Em 2012, R$ 9 mil em gastos contratados; em 2008, 65% dos R$ 29 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 12 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2020Vereador, Aracaju (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
sem doações de pessoas
FEFC 43% · próprios 57%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil40,5%
  • Materiais impressosR$ 3 mil31,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil22,2%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 6006,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 280,3%
2012Vereador, Aracaju (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 14% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil20,0%
  • Materiais impressosR$ 1 mil13,4%
  • Outras 3 categoriasR$ 6 mil66,6%
2008Vereador, Aracaju (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 8% · próprios 92%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 19 mil65,2%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 375 lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil34,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Magal da Pastoral (PSOL): 1º Suplente por SE em 2026, candidaturas e votos · Radar do Voto