- Publicidade por adesivosR$ 102 mil34,6%
- Materiais impressosR$ 82 mil27,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 36 mil12,1%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 30 mil10,2%
- Outras 9 categoriasR$ 45 mil15,4%
José Dias (José Dias de Souza Martins) disputou 8 eleições entre 1994 e 2022, para deputado estadual. Ele foi eleito 8 vezes: deputado estadual em 2022, 2018, 2014, 2010, 2006, 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por RN: 49.027 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte, indicou R$ 42,8 milhões em 146 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 23 municípios; 38% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RN, declarou R$ 301 mil em receitas: R$ 181 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 120 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 294 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 102 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 82 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 36 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 581 mil em 2018 (44% com militância e mobilização de rua) e R$ 393 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Dias de Souza Martins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
José Dias declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 301 mil em receitas: R$ 181 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 120 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 294 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 102 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 82 mil). Em 2018, 44% dos R$ 581 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2014, R$ 393 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte, José Dias indicou R$ 42,8 milhões em 146 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 23 municípios. Até a coleta na fonte, 38% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Secretaria de Estado da Saúde Pública (93%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Ceará-Mirim, Poço Branco e Lagoa Salgada. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 30,9 milhões em 94 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 12 milhões em 52 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 6,2 milhões | R$ 0 | 0% | 16 | 7 |
| 2025 | R$ 13,8 milhões | R$ 12,5 milhões | 91% | 41 | 10 |
| 2024 | R$ 10,9 milhões | R$ 3,7 milhões | 34% | 36 | 13 |
| 2023 | R$ 50 mil | R$ 50 mil | 100% | 1 | 1 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 30,9 milhões | R$ 16,2 milhões | 53% | 94 | 22 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Assembleia Legislativa do RN — Portal de Emendas Parlamentares, organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Rio Grande do Norte e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Rio Grande do Norte e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.