Leo Peclat

Foto de Abner Peclat Barboza
Leo Peclat
Abner Peclat Barboza (nome civil)
2 eleições entre 2014 e 2020 · último partido PDT
62 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Agente Administrativo
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Leo Peclat (Abner Peclat Barboza) disputou 2 eleições entre 2014 e 2020, para vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por RJ: 3.268 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Queimados/RJ, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 267 de outras campanhas e R$ 6 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 2 mil) e serviços contábeis (R$ 573). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 100% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

330 votos em 2020 (anulados) · 2 eleições

A votação de Abner Peclat Barboza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos

Leo Peclat declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2014, e vereador em Queimados (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 267 de outras campanhas e R$ 6 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 2 mil). Em 2014, 100% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Vereador, Queimados (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 96%
Gasto contratado
R$ 6 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 3 mil56,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil34,2%
  • Serviços contábeisR$ 5739,8%
2014Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892