- Materiais impressosR$ 1 mil38,5%
- Serviços advocatíciosR$ 1 mil30,7%
- Serviços contábeisR$ 1 mil30,7%
Cristiane do Roberto Jefferson (Cristiane Brasil Francisco) disputou 7 eleições entre 2004 e 2022, para deputada federal e vereadora. Ela foi eleita 4 vezes: deputada federal em 2014; vereadora de Rio de Janeiro em 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2014, para deputada federal por RJ: 81.817 votos. Em 2026, concorre a deputada federal por RJ pela DC. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 46,8 milhões empenhados em 38 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 27 municípios; 57% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada federal por RJ, declarou R$ 31 mil em receitas: R$ 31 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 1 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), serviços advocatícios (R$ 1 mil) e serviços contábeis (R$ 1 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 2,9 milhões em 2022 e R$ 2,3 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Cristiane Brasil Francisco em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cristiane do Roberto Jefferson declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputada federal por Rio de Janeiro em 2006, 2014, 2018 e 2026, vereadora em Rio de Janeiro (RJ) em 2008 e 2012, e deputada federal por São Paulo em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 31 mil em receitas: R$ 31 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 1 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e serviços advocatícios (R$ 1 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2022, R$ 2,9 milhões em gastos; em 2018, R$ 2,3 milhões em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Cristiane do Roberto Jefferson teve R$ 46,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 38 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 27 municípios. Já foram pagos R$ 26,8 milhões (57%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (46%). As cidades que mais receberam foram Petrópolis, Rio de Janeiro e Sapucaia.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 11,3 milhões | R$ 8,8 milhões | 78% | 16 | 17 |
| 2018 | R$ 13,8 milhões | R$ 7,4 milhões | 53% | 8 | 6 |
| 2017 | R$ 11,7 milhões | R$ 7,9 milhões | 67% | 6 | 5 |
| 2016 | R$ 9,7 milhões | R$ 2,3 milhões | 23% | 8 | 5 |
| Total | R$ 46,6 milhões | R$ 26,3 milhões | 56% | 38 | 27 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.