- PessoalR$ 68 mil67,6%
- Materiais impressosR$ 20 mil19,8%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5 mil4,9%
- Serviços de terceirosR$ 5 mil4,9%
- Outras 3 categoriasR$ 3 mil2,7%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Eduardo Cosso Dadinho (Eduardo Carvalho Cosso) disputou 2 eleições entre 2020 e 2024, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2024, para vereador em Belo Horizonte/MG: 1.899 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Belo Horizonte/MG, declarou R$ 108 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 101 mil, principalmente com pessoal (R$ 68 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 5 mil). Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 37 mil, 50% com publicidade por adesivos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Eduardo Carvalho Cosso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Eduardo Cosso Dadinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Belo Horizonte (MG) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 108 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 101 mil, principalmente com pessoal (R$ 68 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil). Em 2020, 50% dos R$ 37 mil em gastos foram com publicidade por adesivos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.