Papi

Foto de Manoel Teodoro Primo
Papi
Manoel Teodoro Primo (nome civil)
4 eleições entre 2006 e 2020 · último partido PODE
57 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio incompleto
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Papi (Manoel Teodoro Primo) disputou 4 eleições entre 2006 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por SP: 264 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Santa Fé do Sul/SP, declarou R$ 834 em receitas: R$ 250 de outras campanhas e R$ 584 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 584, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 540) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 44). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 83% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

12 votos em 2020 · 4 eleições

A votação de Manoel Teodoro Primo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 834 em receitas · R$ 584 em gastos

Papi declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Santa Fé do Sul (SP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 834 em receitas: R$ 250 de outras campanhas e R$ 584 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 584, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 540) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 44). Em 2016, 83% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 834campanha encerrada
Gastos em 2020R$ 584campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Santa Fé do Sul (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 834
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 30% · próprios 70%
Gasto contratado
R$ 584
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 54092,5%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 447,5%
2016Vereador, Santa Fé do Sul (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 69% · partido e outras campanhas 13% · pessoas 17%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 94582,5%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 20017,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892