Erika

Foto de Erika Frota Monte Coelho
Erika
Erika Frota Monte Coelho (nome civil)
3 eleições entre 2012 e 2020 · último partido PDT
43 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Administrador
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Erika (Érika Frota Monte Coelho Cristino) disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para vice-prefeita, prefeita e vereadora. Ela foi eleita 1 vez: prefeita de Coreaú em 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Coreaú/CE: 7.701 votos. Na campanha de 2016 para prefeita em Coreaú/CE, declarou R$ 183 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 140 mil de doações privadas (115 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 183 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 50 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 30 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

7.701 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Erika Frota Monte Coelho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 183 mil em receitas · R$ 183 mil em gastos contratados

Erika declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Coreaú (CE) em 2012, e prefeita em Coreaú (CE) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 183 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Partidário, R$ 140 mil de doações privadas (115 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 183 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 50 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 30 mil).

Receitas em 2016R$ 183 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 183 milcontratados
Campanhas32012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeita, Coreaú (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 183 mil
115 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 2% · pessoas 76% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 183 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 50 mil27,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 30 mil16,2%
  • Materiais impressosR$ 20 mil10,7%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 16 mil8,9%
  • Outras 8 categoriasR$ 67 mil36,8%
2012Vereadora, Coreaú (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 100
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2012Prefeita, Coreaú (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 100
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleita em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892