Claudio da Unifan

Foto de Claudio Everson da Silva e Sousa
Claudio da Unifan
Claudio Everson da Silva e Sousa (nome civil)
3 eleições entre 2012 e 2016 · último partido PSDB
39 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Municipal
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Claudio da Unifan (Claudio Everson da Silva e Sousa) disputou 3 eleições entre 2012 e 2016, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Aparecida de Goiânia/GO: 1.708 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado estadual por GO, declarou R$ 600 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 600, principalmente com serviços de terceiros (R$ 600). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 32 mil, 43% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

633 votos em 2016 (anulados) · 3 eleições

A votação de Claudio Everson da Silva e Sousa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 600 em receitas · R$ 600 em gastos contratados

Claudio da Unifan declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Aparecida de Goiânia (GO) em 2012, e deputado estadual por Goiás em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 600 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 600, principalmente com serviços de terceiros (R$ 600). Em 2012, 43% dos R$ 32 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2014R$ 600campanha encerrada
Gastos em 2014R$ 600contratados
Gastos em 2012R$ 32 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2014Deputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 600
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 600
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 600100,0%
2012Vereador, Aparecida de Goiânia (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 313 mil
62 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 71% · empresas 27%
Gasto contratado
R$ 32 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 14 mil43,4%
  • Materiais impressosR$ 13 mil40,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil8,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5651,8%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil5,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892