Rui da Ceasa

Foto de Afonso da Silva Avelino
Rui da Ceasa
Afonso da Silva Avelino (nome civil)
3 eleições entre 2012 e 2020 · último partido PROS
61 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Administrador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Rui da Ceasa (Afonso da Silva Avelino) disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Campina Grande em 2016. A maior votação foi em 2020, para vereador em Campina Grande/PB: 3.008 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2020 para vereador em Campina Grande/PB, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 423 de outras campanhas, R$ 13 mil de doações privadas (34 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 10 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 11 mil em 2016 e R$ 3 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

3.008 votos em 2020 (anulados) · 3 eleições

A votação de Afonso da Silva Avelino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 27 mil em receitas · R$ 15 mil em gastos

Rui da Ceasa declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Campina Grande (PB) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 423 de outras campanhas, R$ 13 mil de doações privadas (34 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Em 2016, R$ 11 mil em gastos contratados; em 2012, 68% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 27 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 15 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 11 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Campina Grande (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
34 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 13% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 48% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 15 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 10 mil68,2%
  • Materiais impressosR$ 4 mil23,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil8,6%
2016Vereador, Campina Grande (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 82% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil37,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil22,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil9,4%
  • Materiais impressosR$ 8838,3%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil22,7%
2012Vereador, Campina Grande (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 32% · pessoas 35% · próprios 34%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil68,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 80026,1%
  • Materiais de expedienteR$ 1384,5%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 33 lançados como "diversas a especificar"R$ 331,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892