Ricardo Barreto

Foto de Ricardo de Oliveira Barreto
Ricardo Barreto
Ricardo de Oliveira Barreto (nome civil)
6 eleições entre 1994 e 2016 · último partido PP
65 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador

Ricardo Barreto (Ricardo de Oliveira Barreto) disputou 6 eleições entre 1994 e 2016, para vice-prefeito, vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de São Fidélis em 2012, 2004 e 2000. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por RJ: 2.920 votos. Na campanha de 2012 para vereador em São Fidélis/RJ, declarou R$ 3 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 816) e publicidade por materiais impressos (R$ 500). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5 mil.

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Evolução da votação nas eleições

452 votos em 2012 (eleito) · 6 eleições

A votação de Ricardo de Oliveira Barreto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 3 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados

Ricardo Barreto declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São Fidélis (RJ) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 3 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 816) e publicidade por materiais impressos (R$ 500). Em 2008, R$ 5 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 1 milcontratados
Gastos em 2008R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Recursos próprios
2012Vereador, São Fidélis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 81662,0%
  • Materiais impressosR$ 50038,0%
2008Vereador, São Fidélis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil28,2%
  • PessoalR$ 1 mil24,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 93818,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2003,9%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil25,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892