Manoel Luis de Avila

Foto de Manoel Luis de Avila
Manoel Luis de Avila
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido PV
51 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador
redes informadas ao TSE
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Manoel D Avila (Manoel Luis de Avila) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Cachoeirinha em 2016. A maior votação foi em 2016, para vereador em Cachoeirinha/RS: 762 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Cachoeirinha/RS, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 11 mil, 49% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

205 votos em 2020 (anulados) · 2 eleições

A votação de Manoel Luis de Avila em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 5 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos

Manoel D Avila declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Cachoeirinha (RS) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Em 2016, 49% dos R$ 11 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 11 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Cachoeirinha (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
FEFC 31% · próprios 69%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 3 mil100,0%
2016Vereador, Cachoeirinha (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
8 doadores pessoas físicas
pessoas 90% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil48,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil38,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil11,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 460,4%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 150 lançados como "diversas a especificar"R$ 1501,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
Manoel Luis de Avila (Manoel D Avila): candidaturas e votos · Radar do Voto