- Militância e mobilização de ruaR$ 381 mil31,8%
- Materiais impressosR$ 335 mil27,9%
- Correspondências e despesas postaisR$ 136 mil11,3%
- Serviços de terceirosR$ 133 mil11,1%
- Outras 9 categoriasR$ 215 mil18,0%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tripoli (José Roberto Nazello de Alvarenga Tripoli) disputou 8 eleições entre 1996 e 2024, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 8 vezes: vereador de São Paulo em 2024, 2020, 2012, 2008, 2004, 2000 e 1996; deputado estadual em 2014. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 232.467 votos. Na campanha de 2024 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 23 mil de outros recursos do partido e R$ 23 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 381 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 335 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 136 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 620 mil em 2020 e R$ 1,6 milhão em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Roberto Nazello de Alvarenga Tripoli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Tripoli declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2008, 2012, 2020 e 2024, e deputado estadual por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 23 mil de outros recursos do partido e R$ 23 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 381 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 335 mil). Em 2020, R$ 620 mil em gastos; em 2014, R$ 1,6 milhão em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.