Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Geraldo da Rondonia (José Geraldo Santos Alves Pinheiro) disputou 2 eleições entre 2014 e 2018, para deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por RO: 9.433 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RO, declarou R$ 597 mil em receitas: R$ 201 mil de doações privadas (73 doadores) e R$ 396 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 392 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 167 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 57 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 50 mil). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 684 mil, 41% com cessão ou locação de veículos.
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Evolução da votação nas eleições
9.433 votos em 2018 (anulados) · 2 eleições
A votação de Jose Geraldo Santos Alves Pinheiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 597 mil em receitas · R$ 392 mil em gastos
Geraldo da Rondonia declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rondônia em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 597 mil em receitas: R$ 201 mil de doações privadas (73 doadores) e R$ 396 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 392 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 167 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 57 mil). Em 2014, 41% dos R$ 684 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.
Receitas em 2018R$ 597 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 392 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 684 milcontratados, campanha encerrada
Outras 13 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 98 mil14,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2018VOTOS ANULADOSCASSADO9.433GRO · 51 anos · Parda · Superior completo · Deputado · PSC · nº 20200 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.