Claudinho da Rodagem

Foto de Claudio Luis de Souza Freitas
Claudinho da Rodagem
Claudio Luis de Souza Freitas (nome civil)
3 eleições entre 2016 e 2020 · último partido PMB
46 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio incompleto
Comerciante
redes informadas ao TSE

Claudinho da Rodagem (Claudio Luis de Souza Freitas) disputou 3 eleições entre 2016 e 2020, para vice-prefeito, deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por RJ: 1.098 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 253 de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e publicidade por adesivos (R$ 1 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 64% com publicidade por adesivos.

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Evolução da votação nas eleições

1.098 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Claudio Luis de Souza Freitas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 8 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos

Claudinho da Rodagem declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Carapebus (RJ) em 2016, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 253 de outras campanhas e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e publicidade por adesivos (R$ 1 mil). Em 2016, 64% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por adesivos.

Receitas em 2018R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 4 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2018Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
doações de pessoas
FEFC 84% · partido e outras campanhas 3% · pessoas 13%
Gasto contratado
R$ 4 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 3 mil76,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil23,7%
2016Vereador, Carapebus (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 86% · pessoas 14%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 90063,8%
  • Materiais impressosR$ 31022,0%
  • Serviços de terceirosR$ 20014,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892