Ferrarinha

Foto de Ilidio dos Santos
Ferrarinha
Ilidio dos Santos (nome civil)
9 eleições entre 1996 e 2024 · último partido AGIR
63 anos em 2024 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Representante Comercial
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ferrarinha (Ilídio dos Santos) disputou 9 eleições entre 1996 e 2024, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por MG: 4.480 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Belo Horizonte/MG, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 42 em 2020 (100% com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito) e R$ 2 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

105 votos em 2024 · 9 eleições

A votação de Ilidio dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 4 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Ferrarinha declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2010, 2014 e 2018, e vereador em Belo Horizonte (MG) em 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil). Em 2020, 100% dos R$ 42 em gastos foram com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito; em 2018, 68% dos R$ 2 mil em gastos foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2024R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 42campanha encerrada; tudo pago
Campanhas7de 2010 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
FEFC 48% · partido e outras campanhas 52%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil100,0%
2020Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 54% · pessoas 45% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 42
tudo pago (100%)
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 42100,0%
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
FEFC 3% · Fundo Partidário 19% · partido e outras campanhas 8% · próprios 70%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil68,0%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 560 lançados como "diversas a especificar"R$ 56032,0%
Ver as 4 campanhas anteriores
2016Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 420
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 420
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 28166,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 13933,1%
2014Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 80% · pessoas 7% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil72,3%
  • Materiais impressosR$ 56210,2%
  • Serviços de terceirosR$ 3306,0%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 410,7%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 600 lançados como "diversas a especificar"R$ 60010,8%
2012Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 95% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil61,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 69220,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 40011,8%
  • Materiais de expedienteR$ 2086,1%
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 67% · pessoas 27% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3906,2%
  • Serviços de terceirosR$ 3705,9%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 1302,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 5 mil85,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892