Dino Bambam

Foto de Gleidson de Melo Chaves
Dino Bambam
Gleidson de Melo Chaves (nome civil)
5 eleições entre 2006 e 2024 · último partido PSDB
54 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio incompleto
Militar Reformado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dino Bambam (Gleidson de Melo Chaves) disputou 5 eleições entre 2006 e 2024, para vereador, deputado federal e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por RJ: 5.438 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Mesquita/RJ, declarou R$ 3 mil em receitas, de outras campanhas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2018 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 780 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

49 votos em 2024 · 5 eleições

A votação de Gleidson de Melo Chaves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 3 mil em receitas

Dino Bambam declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2006, vereador em Natal (RN) em 2008, deputado federal por Rio de Janeiro em 2018, e vereador em Mesquita (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas, de outras campanhas. Em 2018, 100% dos R$ 2 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 780 em gastos contratados.

Gastos em 2018R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Mesquita (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2020Vereador, Mesquita (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 18% · próprios 82%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil100,0%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, Natal (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 780
3 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 780
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 780100,0%
2006Deputado estadual, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 36% · empresas menos de 1% · próprios 64%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil74,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 19010,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 18510,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 502,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 472,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892