- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 2 mil62,3%
- Materiais impressosR$ 75026,6%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 30010,6%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 150,5%
Professora Iara Fukano (Iara Menezes Viana Fukano) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vice-prefeita e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereadora em Lagarto/SE, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 750) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 300).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Professora Iara Fukano declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Lagarto (SE) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 750).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.