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Cleyton Valentim

Foto de Cleyton Silva Valentim
Cleyton Valentim
Cleyton Silva Valentim (nome civil)
6 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PRTB
40 anos em 2016 · Masculino · Superior incompleto
Comerciante

Cleyton Valentim (Cleyton Silva Valentim) disputou 6 eleições entre 2000 e 2016, para vereador, prefeito e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Teresópolis em 2008. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RJ: 10.314 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Teresópolis/RJ, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 7 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 3 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 74 mil em 2012 (44% com publicidade por materiais impressos) e R$ 147 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

885 votos em 2016 (anulados) · 6 eleições

A votação de Cleyton Silva Valentim em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 8 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos contratados

Cleyton Valentim declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Teresópolis (RJ) em 2008 e 2016, deputado estadual por Rio de Janeiro em 2010, e prefeito em Teresópolis (RJ) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 7 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 3 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 2 mil). Em 2012, 44% dos R$ 74 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, R$ 147 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 8 milcontratados
Gastos em 2012R$ 74 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2010, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Teresópolis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
6 doadores pessoas físicas
pessoas 87% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 3 mil31,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil22,7%
  • Materiais impressosR$ 1 mil18,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil13,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil14,0%
2012Prefeito, Teresópolis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 119 mil
30 doadores pessoas físicas
pessoas 45% · empresas 47% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 74 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 33 mil44,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 20 mil26,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil9,1%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 1230,2%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 12 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 15 mil19,7%
2010Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 147 mil
18 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 54% · pessoas 33% · empresas 2% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 147 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 34 mil23,2%
  • Materiais impressosR$ 19 mil13,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil6,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 9 mil5,8%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 76 mil51,6%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Teresópolis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 20% · pessoas 67% · empresas 13%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil17,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil14,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5858,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5157,1%
  • Outras 4 categoriasR$ 4 mil52,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.