Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Patrícia Kremer disputou 4 eleições entre 2000 e 2020, para prefeita e vereadora. Ela foi eleita 3 vezes: vereadora de Carambeí em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2020, para prefeita em Carambeí/PR: 982 votos. Na campanha de 2020 para prefeita em Carambeí/PR, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 400 de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 3 mil), correspondências e despesas postais (R$ 1 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 1 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 53% com publicidade por materiais impressos.
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Evolução da votação nas eleições
982 votos em 2020 · 4 eleições
A votação de Patrícia Kremer em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 8 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos
Patrícia Kremer declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Carambeí (PR) em 2008, e prefeita em Carambeí (PR) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 400 de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 3 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 1 mil). Em 2008, 53% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 8 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 14% · pessoas 5% · próprios 81%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 1 mil52,9%
Combustíveis e lubrificantesR$ 54027,7%
PessoalR$ 1809,3%
Outras 1 categoriaR$ 19610,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2004ELEITO357LCarambeí, Paraná · 28 anos · Superior completo · Senador, Deputado e Vereador · PMDB · nº 15222 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2000ELEITO197LCarambeí, Paraná · 24 anos · Superior completo · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PMDB · nº 15622 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.