Luiz do Carmo

Foto de Luiz Carlos do Carmo
Luiz do Carmo
Luiz Carlos do Carmo (nome civil)
4 eleições entre 2006 e 2026 · último partido PSD
68 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Empresário
Candidato a Vice-Governador · Goiás · Eleições 2026 · PSD · nº 15
Deferido
redes informadas ao TSE

Luiz do Carmo (Luiz Carlos do Carmo) disputou 3 eleições entre 2006 e 2014, para 1º suplente e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: 1º suplente em 2014; deputado estadual em 2010 e 2006. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por GO: 27.575 votos. Em 2026, foi candidato a vice-governador por GO pelo PSD. Na campanha de 2010 para deputado estadual por GO, declarou R$ 768 mil em receitas: R$ 24 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 333 mil de empresas e R$ 412 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 768 mil, principalmente com pessoal (R$ 514 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 89 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 49 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 351 mil, 42% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

27.575 votos em 2010 (eleito) · 4 eleições

A votação de Luiz Carlos do Carmo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualSenadorGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 768 mil em receitas · R$ 768 mil em gastos contratados

Luiz do Carmo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Goiás em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 768 mil em receitas: R$ 24 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 333 mil de empresas e R$ 412 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 768 mil, principalmente com pessoal (R$ 514 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 89 mil). Em 2006, 42% dos R$ 351 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2010R$ 768 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 768 milcontratados
Gastos em 2006R$ 351 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 768 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 3% · empresas 43% · próprios 54%
Gasto contratado
R$ 768 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 514 mil66,9%
  • Materiais impressosR$ 89 mil11,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 49 mil6,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 42 mil5,5%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 75 mil9,7%
2006Deputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 351 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 47% · empresas 52%
Gasto contratado
R$ 351 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 146 mil41,7%
  • Serviços de terceirosR$ 66 mil18,8%
  • PessoalR$ 44 mil12,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 33 mil9,5%
  • Outras 10 categoriasR$ 61 mil17,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892