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Fernando Cabano (prof Lobato)

Foto de Fernando José Rodrigues Lobato
Fernando Cabano (prof Lobato)
Fernando José Rodrigues Lobato (nome civil)
5 eleições entre 2006 e 2026 · último partido PSOL
61 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior
Candidato a Deputado Estadual · Pará · Eleições 2026 · PSOL · nº 50777
redes informadas ao TSE

Fernando Cabano (prof Lobato) (PSOL) ficou como suplente de deputado estadual pelo Pará em 2026, com 337 votos, pelo resultado oficial do TSE. Fernando Cabano (prof Lobato) (Fernando José Rodrigues Lobato) disputou 5 eleições entre 2006 e 2026, para deputado estadual, deputado federal, vice-governador e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por AM: 480 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por PA, declarou R$ 82 mil em receitas: R$ 80 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil), militância e mobilização de rua (R$ 1 mil) e locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 700). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2014 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 3 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

337 votos em 2026 · 5 eleições

A votação de Fernando José Rodrigues Lobato em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereadorGovernadorDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 82 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Fernando Cabano (prof Lobato) declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Amazonas em 2006 e 2014, vereador em Manaus (AM) em 2008, e deputado estadual por Pará em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 82 mil em receitas: R$ 80 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 1 mil); R$ 6 mil já foram pagos. Em 2014, 100% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 81% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.

Receitas em 2026R$ 82 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 6 milcontratados, parcial; R$ 6 mil pagos
Gastos em 2014R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2014 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 82 mil
sem doações de pessoas
FEFC 97% · partido e outras campanhas 3%
Gasto contratado
R$ 6 mil
pago até agora: R$ 6 mil (100%)
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil40,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 1 mil24,6%
  • Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 70011,7%
  • AlimentaçãoR$ 5689,5%
  • Outras 4 categoriasR$ 85114,2%
2014Deputado federal, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil100,0%
2008Vereador, Manaus (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil80,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 45016,7%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 682,5%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil99,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 211,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.