- PessoalR$ 513 mil50,4%
- Materiais impressosR$ 123 mil12,1%
- Serviços de terceirosR$ 90 mil8,8%
- Locação de imóveisR$ 8 mil0,8%
- Outras 7 categoriasR$ 285 mil28,0%
Silvana Covatti (Silvana Maria Franciscatto Covatti) disputou 5 eleições entre 2006 e 2022, para deputada estadual. Ela foi eleita 5 vezes: deputada estadual em 2022, 2018, 2014, 2010 e 2006. A maior votação foi em 2014, para deputada estadual por RS: 89.130 votos. Em 2026, concorre a vice-governadora por RS pelo PP. Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, indicou R$ 9 milhões em 134 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 107 municípios; 53% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputada estadual por RS, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 415 mil do Fundo Partidário, R$ 116 mil de outras campanhas, R$ 129 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 121 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 513 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 168 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 123 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 964 mil em 2018 (56% com pessoal) e R$ 1,2 milhão em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Silvana Maria Franciscatto Covatti em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Silvana Covatti declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 415 mil do Fundo Partidário, R$ 116 mil de outras campanhas, R$ 129 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 121 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 513 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 168 mil). Em 2018, 56% dos R$ 964 mil em gastos foram com pessoal; em 2014, R$ 1,2 milhão em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, Silvana Covatti indicou R$ 9 milhões em 134 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 107 municípios. Até a coleta na fonte, 53% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Secretaria da Saúde (50%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Frederico Westphalen, Caiçara e Chapada. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 8 milhões em 114 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 1 milhão em 20 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 4 milhões | R$ 1,5 milhão | 36% | 56 | 51 |
| 2025 | R$ 2 milhões | R$ 1,9 milhão | 93% | 28 | 27 |
| 2024 | R$ 2 milhões | R$ 1,5 milhão | 73% | 30 | 28 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 8 milhões | R$ 4,8 milhões | 59% | 114 | 93 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Transparencia RS — Emendas Parlamentares Estaduais (export Power BI, layout atual), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.