Na eleição de 2026 para deputado federal pelo Rio de Janeiro, Davi Loureiro (REPUBLICANOS) teve 5.030 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: indeferida com recurso). Esses votos não entram nos votos válidos. O resultado dessa candidatura depende da decisão final da Justiça Eleitoral sobre o registro. Davi Loureiro (David Loureiro Coelho) disputou 8 eleições entre 1996 e 2026, para deputado federal, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de São Fidélis em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RJ: 23.183 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RJ, declarou R$ 154 mil em receitas: R$ 79 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil do Fundo Partidário, R$ 45 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 111 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 38 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 28 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 26 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 220 mil em 2012 e R$ 514 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
5.030 votos em 2026 (anulados) · 8 eleições
A votação de David Loureiro Coelho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 154 mil em receitas · R$ 111 mil em gastos contratados
Davi Loureiro declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2010 e 2018, prefeito em São Fidélis (RJ) em 2012, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 154 mil em receitas: R$ 79 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil do Fundo Partidário, R$ 45 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 111 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 38 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 28 mil); R$ 100 mil já foram pagos. Em 2012, R$ 220 mil em gastos contratados; em 2010, 42% dos R$ 514 mil em gastos contratados foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 154 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 111 milcontratados, parcial; R$ 100 mil pagos
Gastos em 2012R$ 220 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 2% · pessoas 67% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 514 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 215 mil41,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 72 mil13,9%
Cessão ou locação de veículosR$ 47 mil9,1%
Publicidade por carros de somR$ 42 mil8,2%
Outras 9 categoriasinclui R$ 18 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 139 mil27,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 2026VOTOS ANULADOSSub judice5.030GRJ · 67 anos · Branca · Ensino médio completo · REPUBLICANOS · nº 1034 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2022—GRJ · 63 anos · Branca · Ensino médio completo · Agricultor · UNIÃO · nº 44345 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleiçãoprestação de contas
Deputado Estadual · 2018VOTOS ANULADOSINDEFERIDO6GRJ · 59 anos · Branca · Ensino médio completo · Servidor Público Civil Aposentado · PRP · nº 44680 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2012NÃO ELEITO9.757LSão Fidélis, Rio de Janeiro · 53 anos · Ensino médio completo · Técnico em Agronomia e Agrimensura · PR · nº 22 · ver resultado completo
Coligação: PRB / PP / PTB / PTN / PR / DEM / PTC / PSB / PRP / PC do B / PT do B
Deputado Estadual · 2010SUPLENTE23.183GRJ · 51 anos · Ensino fundamental completo · Fiscal · PR · nº 22789 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2004ELEITO11.985LSão Fidélis, Rio de Janeiro · 45 anos · Ensino médio completo · Tecnico em Agronomia e Agrimensura · PMDB · nº 15 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PP / PSC / PMN / PSB / PRONA / PC do B / PT do B
Prefeito · 1996NÃO ELEITO6.932LSão Fidélis, Rio de Janeiro · 37 anos · Ensino médio completo · Tecnico Agropecuario · PDT · nº 12 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.