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Carlinhos

Foto de Carlos Alves de Macedo
Carlinhos
Carlos Alves de Macedo (nome civil)
7 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PL
43 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Municipal

Carlinhos (Carlos Alves de Macedo) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para vice-prefeito, vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Abadia de Goiás em 2004. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por GO: 566 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Abadia de Goiás/GO, declarou R$ 232 em receitas: R$ 132 de outras campanhas e R$ 100 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 232, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 232). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2010 e R$ 516 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

128 votos em 2012 · 7 eleições

A votação de Carlos Alves de Macedo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 232 em receitas · R$ 232 em gastos contratados

Carlinhos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Abadia de Goiás (GO) em 2008 e 2012, e deputado estadual por Goiás em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 232 em receitas: R$ 132 de outras campanhas e R$ 100 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 232, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 232). Em 2010, R$ 4 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 516 em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 232campanha encerrada
Gastos em 2012R$ 232contratados
Gastos em 2010R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2010 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Abadia de Goiás (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 232
doações de pessoas
partido e outras campanhas 57% · pessoas 43%
Gasto contratado
R$ 232
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 232100,0%
2010Deputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 55% · pessoas 40% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 4 mil100,0%
2008Vereador, Abadia de Goiás (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 516
doações de pessoas
partido e outras campanhas 36% · pessoas 52% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 516
o TSE não publica o pago deste ano
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 5911,3%
  • Outras 1 categoriaR$ 45888,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.