Professor Neivaldo

Foto de Neivaldo de Lima Virgilio
Professor Neivaldo
Neivaldo de Lima Virgilio (nome civil)
5 eleições entre 2008 e 2020 · PT
53 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Neivaldo (Neivaldo de Lima Virgilio) disputou 5 eleições entre 2008 e 2020, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Uberlândia em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MG: 29.377 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Uberlândia/MG, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 762 de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 180 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil), publicidade por adesivos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 131 mil em 2018 (63% com pessoal) e R$ 570 mil em 2014.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

815 votos em 2020 (anulados) · 5 eleições

A votação de Neivaldo de Lima Virgilio em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 20 mil em receitas · R$ 12 mil em gastos

Professor Neivaldo declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Uberlândia (MG) em 2008, 2012 e 2020, e deputado estadual por Minas Gerais em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 762 de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 180 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil) e publicidade por adesivos (R$ 2 mil). Em 2018, 63% dos R$ 131 mil em gastos foram com pessoal; em 2014, R$ 570 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 20 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 12 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 131 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Uberlândia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
10 doadores pessoas físicas
FEFC 59% · partido e outras campanhas 4% · pessoas 37% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 12 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 5 mil39,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil20,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil20,1%
  • Materiais impressosR$ 2 mil13,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 8437,3%
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 132 mil
14 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 24% · partido e outras campanhas 50% · pessoas 6% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 131 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 82 mil62,7%
  • Materiais impressosR$ 24 mil18,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil4,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil4,6%
  • Outras 7 categoriasR$ 13 mil9,5%
2014Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 570 mil
37 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 26% · empresas 48% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 570 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 160 mil28,0%
  • PessoalR$ 112 mil19,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 66 mil11,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 48 mil8,4%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 554 lançados como "diversas a especificar"R$ 185 mil32,5%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Uberlândia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 66 mil
24 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 81% · empresas menos de 1% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 43 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 28 mil66,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil16,4%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 3 mil7,2%
  • Publicidade por telemarketingR$ 2 mil3,5%
  • Outras 6 categoriasR$ 3 mil6,2%
2008Vereador, Uberlândia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 39 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 17% · empresas 80% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 39 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11 mil29,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil15,3%
  • PessoalR$ 5 mil13,0%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil11,3%
  • Outras 9 categoriasR$ 12 mil31,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892