- Materiais impressosR$ 87 mil44,3%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 54 mil27,7%
- Serviços contábeisR$ 30 mil15,3%
- Serviços advocatíciosR$ 20 mil10,2%
- Outras 2 categoriasR$ 5 mil2,5%

Segundo o Radar do Voto, Jusmari Oliveira (PSD) ficou como suplente de deputada estadual pela Bahia em 2026, com 41.151 votos, pelo resultado oficial do TSE. Jusmari Oliveira (Jusmari Terezinha de Souza Oliveira) disputou 10 eleições entre 1994 e 2026, para deputada estadual, deputada federal e prefeita. Ela foi eleita 5 vezes: deputada estadual em 2018, 2002 e 1998; prefeita de Barreiras em 2008; deputada federal em 2006. A maior votação foi em 2006, para deputada federal por BA: 100.416 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, indicou R$ 3,7 milhões em 6 emendas estaduais ao orçamento de 2023; 60% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputada estadual por BA, declarou R$ 258 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 58 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 196 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 87 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 54 mil) e serviços contábeis (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,1 milhão em 2022 (56% com militância e mobilização de rua) e R$ 861 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jusmari Terezinha de Souza Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Jusmari Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputada federal por Bahia em 2006 e 2014, prefeita em Barreiras (BA) em 2008 e 2012, e deputada estadual por Bahia em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 258 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 58 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 196 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 87 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 54 mil); R$ 196 mil já foram pagos. Em 2022, 56% dos R$ 1,1 milhão em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2018, R$ 861 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, Jusmari Oliveira indicou R$ 3,7 milhões em 6 emendas estaduais ao orçamento de 2023 (legislatura 2019 a 2022). Até a coleta na fonte, 60% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Secretaria da Saúde (65%).2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 3,7 milhões | R$ 2,2 milhões | 60% | 6 | 0 |
Órgãos que mais receberam
Fonte: Governo do Estado da Bahia — Portal da Transparência, painel de Emendas Parlamentares (execução orçamentária), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo da Bahia e a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo da Bahia e a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.