Marcos Antônio Alvim

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Marcos Antônio Alvim
5 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PR
55 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Psicólogo
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Marcos Alvim (Marcos Antônio Alvim) disputou 5 eleições entre 2000 e 2016, para vice-prefeito, deputado federal, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Araguari em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por MG: 32.272 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por MG, declarou R$ 225 mil em receitas: R$ 105 mil de recursos próprios, R$ 93 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 27 mil do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 225 mil, principalmente com pessoal (R$ 76 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 58 mil) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 40 mil).

Evolução da votação nas eleições

A votação de Marcos Antônio Alvim em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Candidaturas (5)

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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