Paulo Matheus

Foto de Paulo Matheus de Souza
Paulo Matheus
Paulo Matheus de Souza (nome civil)
4 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PSOL
67 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Matheus (Paulo Matheus de Souza) disputou 4 eleições entre 1996 e 2016, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RJ: 119 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Belford Roxo/RJ, declarou R$ 400 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 376, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 304), publicidade por materiais impressos (R$ 70) e materiais de expediente (R$ 2). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 619, 90% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

8 votos em 2016 (anulados) · 4 eleições

A votação de Paulo Matheus de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 400 em receitas · R$ 376 em gastos contratados

Paulo Matheus declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2010, e vereador em Belford Roxo (RJ) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 400 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 376, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 304) e publicidade por materiais impressos (R$ 70). Em 2010, 90% dos R$ 619 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2012R$ 400campanha encerrada
Gastos em 2012R$ 376contratados
Gastos em 2010R$ 619contratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Belford Roxo (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 400
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 376
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 30480,7%
  • Materiais impressosR$ 7018,6%
  • Materiais de expedienteR$ 20,7%
2010Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 663
doações de pessoas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 91%
Gasto contratado
R$ 619
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 55689,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 6310,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892