Juninho Cara Preta

Foto de Francelino Vitorino Borges Junior
Juninho Cara Preta
Francelino Vitorino Borges Junior (nome civil)
5 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PDT
51 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Mecânico de Manutenção

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Juninho Cara Preta (Francelino Vitorino Borges Júnior) disputou 5 eleições entre 2004 e 2020, para vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Goiandira em 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para vereador em Goiandira/GO: 183 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Goiandira/GO, declarou R$ 697 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 697, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 400) e publicidade por adesivos (R$ 297). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 503, 55% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

149 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Francelino Vitorino Borges Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 697 em receitas · R$ 697 em gastos

Juninho Cara Preta declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Goiandira (GO) em 2008 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 697 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 697, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 400) e publicidade por adesivos (R$ 297). Em 2008, 55% dos R$ 503 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 697campanha encerrada
Gastos em 2020R$ 697campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 503contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Goiandira (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 697
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 697
tudo pago (100%)
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 40057,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 29742,6%
2008Vereador, Goiandira (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 503
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 6% · próprios 94%
Gasto contratado
R$ 503
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 27554,7%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 20039,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 285,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892